PT Poesia (Prateleira)
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A poesia, ou género lírico, ou lírica é uma das sete artes tradicionais, através da qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos. O sentido da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético.
—Excerto do artigo Poesia da Wikipedia, a Enciclopédia Livre.
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Escolha do Editor
- Dispersão de Mário de Sá-Carneiro
A
Albuquerque, Luís da Silva Mousinho de, 1792-1846
Ligações para Luís da Silva Mousinho de Albuquerque: Wikipédia
Almeida, Nicolau Tolentino de, 1740-1907
- Obras poéticas de Nicoláo Tolentino de Almeida
Anchieta, José de, 1534-1597
Ligações para José de Anchieta: Wikipédia
Anónimo
- Album chulo-gaiato ou collecção de receitas para fazer rir
- Um Meeting na Parvonia
- Paródia ao primeiro canto dos Lusíadas de Camões por quatro estudantes de Évora em 1589
Araújo, Joaquim de, 1858-1917
Arriaga, Manuel de, 1840-1917
Ligações para Manuel de Arriaga: Wikipédia
Azevedo, Guilherme Avelino Chave de, 1839-1882
B
Bandarra, Gonçalo Anes, 1500-1556
Ligações para Gonçalo Anes Bandarra: Wikipédia
Beirão, Mário Pires Gomes, 1890-1965
Ligações para Mário Pires Gomes Beirão: Wikipédia
Bocage, Manuel Maria Barbosa du, 1765-1805
Ligações para Manuel Maria Barbosa du Bocage: Wikipédia
- Elegia
- Improvisos de Bocage
- Mágoas Amorosas de Elmano
- A Morte de D. Ignez

A paixão de Pedro e Inês é um dos episódios históricos que mais inspiraram as diferentes artes. Bocage, tal como Camões antes dele, não escapou à beleza de um tal amor e inspirando-se nele deixou-nos este belo poema. - A Pavorosa Illusão
- Queixumes do Pastor Elmano Contra a Falsidade da Pastora Urselina
- A Virtude Laureada
Boto, António Tomás, 1897-1959
Ligações para António Tomás Boto: Wikipédia
C
Camões, Luís Vaz de, 1524-1580
Ligações para Luís Vaz de Camões: Wikipédia
- Os Lusíadas
- Obras completas de Luis de Camões, tomo II
- Contém os Sonetos, Eclogas, Canções e Odes.
Carvalho, António Joaquim de, -1817
Carvalho, Xavier de, 1862-1919
Castelo Branco, Camilo Ferreira Botelho, 1825-1890
Ligações para Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco: Wikipédia
Coelho, José Ramos, 1832-1914
Costa, Floriano Alves da, 1825-
Costa, José Fernandes, 1848-1920
Coutinho, Henrique Ernesto de Almeida, 1788-1868
D
Deus, João de, 1830-1896
Dumont, Júlio, 18-
E
Espanca, Florbela, 1894-1930
Ligações para Florbela Espanca: Wikipédia
F
Feijó, António Joaquim de Castro, 1859-1917
Ligações para António Joaquim de Castro Feijó: Wikipédia
Ferreira, António Florêncio, 1848-1914
Forte, Arnaldo
Figueiredo, Francisco de Paula de, 1768-1803
Fonseca, Augusto de Oliveira Cardoso, 1842-1917
Fonseca, Sebastião da
Freitas, Joaquim de Melo, 1852-1923
G
Garrett, João Baptista da Silva Leitão de Almeida, 1799-1854
Ligações para João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett: Wikipédia
Gil, Augusto César Ferreira, 1873-1929
Gonzaga, Tomás António, 1744-1810
Ligações para Tomás António Gonzaga: Wikipédia
H
Herculano, Alexandre, 1810-1877
Ligações para Alexandre Herculano: Wikipédia
J
Júnior, Faustino Fonseca, 18-
Junqueiro, Abílio Manuel Guerra, 1850-1923
Ligações para Abílio Manuel Guerra Junqueiro: Wikipédia
L
Leal, António Duarte Gomes, 1848-1921
Ligações para António Duarte Gomes Leal: Wikipédia
Lima, João de Figueiredo Maio e, 1779-1851
N
Negreiros, José Sobral de Almada, 1893-1970
Ligações para José Sobral de Almada Negreiros: Wikipédia
Nobre, António Pereira, 1867-1900
Ligações para António Pereira Nobre: Wikipédia
- Despedidas: 1895-1899
- Só

"É o livro mais triste que há em Portugal", assim descreveu António Nobre a única obra que publicou em vida. Esse sentimento de lamentação e nostalgia, que o título nos deixa desde logo adivinhar, está marcado ao longo de todo o livro. Contudo, Nobre fala com tristeza do país onde cresceu ao mesmo tempo que se refere a ele com uma suave dose de ironia.
P
Pascoais, Teixeira de, 1877-1952
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Pato, Raimundo António de Bulhão, 1829-1912
Ligações para Raimundo António de Bulhão Pato: Wikipédia
Pessanha, Camilo de Almeida, 1867-1926
Ligações para Camilo Almeida Pessanha: Wikipédia
Pires, Ernesto, 1857-1884
Pope, Alexander, 1688-1744
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- Epistola de Heloysa a Abaylard
(Tradução de José Nicolau de Massuelos Pinto)
Proença, Raúl Sangreman, 1884-1941
Ligações para Raúl Sangreman Proença: Wikipédia
Q
Quental, Antero Tarquínio de, 1842-1891
Ligações para Antero Tarquínio de Quental: Wikipédia
S
Sá-Carneiro, Mário de, 1890-1916
Ligações para Mário de Sá-Carneiro: Wikipédia
Sadão, Elisino
Santos, C. Afonso dos
V
Verde, José Joaquim Cesário, 1855-1886
Ligações para José Joaquim Cesário Verde: Wikipédia
- O Livro de Cesario Verde

Aquando da sua morte, Cesário Verde não tinha publicado mais que alguns poemas soltos num ou noutro jornal. Ao escrevê-los partilhava com os amigos, oferecia-lhes e assim se contentava. Publicar um livro de poemas não era prioridade sua. Não fosse uma grande amizade e a morte, que o apanhou desprevenido, tinha levado também o seu legado poético. O amigo Silva Pinto, após o desaparecimento do poeta, reuniu todos os poemas de Verde possíveis e compilou-os, em 1887, neste Livro de Cesário Verde.
Vicente, Gil, 1465-1537
Ligações para Gil Vicente: Wikipédia
- Monólogo do Vaqueiro

Este é o primeiro trabalho que se conhece de Gil Vicente. O mesmo é dizer que com este monólogo, representado pela primeira vez em 1502 nos aposentos de D. Maria, esposa de D. Manuel, para celebrar o nascimento do príncipe (o futuro D. João III), se inaugurava o teatro em Portugal. Apesar da sua duração reduzida, podemos dar conta que o espírito crítico e a poesia estão presentes desde o início na obra do primeiro dramaturgo português. - Pranto de Maria Parda